Muito se fala que o departamento de Recursos Humanos (embora o capital humano não seja um recurso) deve atuar estrategicamente, visando ajudar a empresa alcançar os seus objetivos e metas primordiais – a razão de ser da empresa.

Atualmente, há várias metodologias e ferramentas que ajudam os gestores criarem um projeto específico para área dentro do departamento de RH. São modernidades e novas tendências que se mostram eficazes e sustentáveis.

Independente da implantação e/ou execução dos projetos, parece que é consenso que a base de tudo deve ser a necessidade de ser o RH (e seus gestores) fundamentalmente “estratégico” dentro da organização.

Diante desse cenário, é importante ter em mente os quatro grandes alicerces que sustentarão o modelo:

1 – Operação Estratégica propriamente dita

2 – Administrativa

3 – Relacional

4 – Operacional 

Cada alicerce tem diversas funções, metas e obrigações que vão desde o bom relacionamento com os parceiros e fornecedores, gestão de banco de talentos, treinamento de gestores como líderes de pessoas, relações sindicais e com organizações de recursos humanos, programas motivacionais e de qualidade de vida, saúde e segurança ambiental, planos estratégicos de RH, controle de ações trabalhistas, plano de carreira, plano de benefícios, avaliação de clima, comunicação interna, gestão de ferramentas de network, apoio como agentes de mudanças e tantos outros.

O mais notável é que entendemos todos a necessidade de transformar pessoas, dentro e fora da organização, em “empreendedores”. Os “intra-empreendedores” tem um papel relevante na construção e crescimento dos departamentos com os quais se relacionam. Exemplos de empresas como a Microsoft e outras jovens no segmento de tecnologia, são a melhor resposta que podemos obter às dúvidas sobre o intra-empreendedorismo.

O fato é que o RH é considerado o “coração da organização” e nessa máxima não há e nem haverá discordâncias.

por: Guilherme Armando Contrucci

sócio-diretor da Gracci Consultoria e do Vagas em Seguros

Leave a Comment